quarta-feira, 14 de abril de 2010

Considerações de travesseiro


Marina Costa

Vida. Porquê tanta pluralidade? Porquê tanta invenção? Porquê chegamos ao ponto de não termos tempo para nada e perdermos tanto tempo com tudo? Minha hora preferida é ao cair da noite, quando deito com a certeza dos sonhos. Sonhar milhões de histórias sem sentido, tão estapafúrdias quanto a vida. Com a diferença de que no sonho eu sigo sem questionar. Tudo tem uma lógica fácil de entender e aceitar, sendo o absurdo a própria realidade. Não preciso conviver, como quando acordada, com o caos de pensamentos sem respostas que permeiam minha mente humanamente ignorante e aflita. Não preciso pensar em futuro e passado. No sonho só há o tempo dele. Do sonho. Até a próxima noite. Até o último sono. Até.

3 comentários:

  1. anemmmmmmmmmm
    cada uma melhor que a outra...........
    Essa ta demais!!!!!!!!!!!!!!

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  2. Me pergunto as mesmas coisas, todas as noites, antes de me entregar ao doce e inofensivo devaneio.

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