terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Outro dia

Marina Costa

O sol saiu mais cedo naquele dia novo. Brilhou como nunca e prometeu como sempre tudo o que até então não tinha sido sequer pedido. E foi assim que conseguiu o sorriso dela. Levantou os braços para espreguiçar e sentiu a leve brisa fina. Fechou os olhos por instantes e desejou, em sussurros, toda a harmonia que houvesse para poder seguir depois da turbulência da noite que durou dias. Pela vida agora iria se erguer. Um raio brilhou em seu rosto. Era um outro dia. Era um novo dia. E tudo o que ela desejou, sem saber porque, teve certeza que encontraria.

2 comentários:

  1. No cabeçalho de meu blogue "Conto-gotas", está escrito:
    "A ficção me acompanha junto com a realidade. Ou,talvez, a ficção seja a minha realidade." Vejo que essa faceta da literatura também faz parte da sua realidade. Acho até que ficção rima com libertação.
    Eliane F.C.Lima (blogues "Literatura em vida 2" e "Poema Vivo")

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  2. Sabe Eliane, esse clichê de a arte imita a vida ou a vida imita a arte, nada mais é do que uma grande verdade. Meus pequenos contos crônicos podem ser uma ideia, um recorte do dia mas sempre tem uma ponta de sensação minha! Que senti? Que imaginei? Não sei! Mas definitivamente, bem disse você, a ficção liberta! Abraço!

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