sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Reverlado



Ás vezes, por mais campos já vistos, mais flores já tocadas, mais mãos já sentidas, mais terras exploradas, um redemoinho de acasos nos leva de volta onde tudo começa e aí, desatentos que estamos a pensar no já sonhado,  atentamos para um ponto escuro, desconhecido, naquele exato lugar onde nossa vista já passou, por muitas e muitas vezes. E aí ao explorar o desconhecido descobrimos  que o sol pode sim nascer em uma caverna. A luz brilha no oeste. Só depende do jeito de ver e da vontade de olhar.

Marina Costa

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