segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Dia da Namorada



Depois de tanta briga e confusão, tanto não que eu ouvi, tanta mudança de planos, tanto vamos ficar por aqui hoje eu acordei com vontade de amar. De abraçar com força e beijar com fúria. De doar a mim mesma. De pegar na mão e cuidar. De sorrir e fazer feliz. Outra pessoa.


Marina Costa

2 comentários:

  1. Às vezes eu só queria que houvesse outro jeito de apagar um antigo amor, além do tempo ou de um novo amor. Mas não há. O que há, no fim de tudo, é o sofrimento. O entediante, previsível e depressivo sofrimento do fim.

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  2. Pois é... essa crônica aí veio do sofrimento que você diz... pode ver que usei até gênero, coisa que em geral não faço. Mas sabe que tenho uma visão muito rosa talvez da questão: quando passa o tal do sofrimento (que para mim nada mais é do que o sentimento de perda mastigado infinitamente pelo ego) a situação clareia de tal forma que você vê a necessidade dele? Também gostaria que Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças fosse uma realidade... mas aí penso: quão mais frios e fúteis seríamos se a dor pudesse ser simplesmente apagada? =) Obrigada por comentar!

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