segunda-feira, 30 de junho de 2014

Despertos

 
E o sol passou outra vez brilhante e morreu como o facho da última estrela cadente que vi antes de dormir enquanto apertava a sua mão na minha Acordei do sonho do sono, você já se tinha ido, esmaecido em brumas e não via mais comigo a abóbada celeste salpicada de pura luz. Amedrontada caí de novo no poço mais fundo, iluminado pelos holofotes de mentira… Mas eu verdadeireço na noite porque aprendi a viver de dia.
 
Marina Costa

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