quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Verter


E quando não se quer enfrentar o amanhã? Quando tudo parece sempre no mesmo lugar e um dia é só outro dia, mas se outro dia amanhecer outra vez a gente vai se despedaçar tal qual a madrugada ante os raios do sol que nasce? Pior que esse medo do imutável que não controlamos é a feitura de se fazer simplório para não atormentar quem a gente ama. Deus, como dói viver.
 
Marina Costa

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